O integrante do BTS J-Hope publicou nesta semana um vídeo no TikTok dançando a versão em português da música viral conhecida como “6-7” (ou “six seven”), que já se espalhou por salas de aula brasileiras e chegou à Coreia do Sul.
O post do artista sul-coreano reacendeu a repercussão do meme entre fãs e internautas. Nos comentários, há milhares de brasileiros avaliando a performance; muitos reclamaram do desempenho e apontaram falhas na coreografia.
O que é a “trend” 6-7
O termo refere-se aos números 6 e 7, pronunciados em inglês como “six-seven”, e tornou-se motivo de alvoroço em aulas: sempre que a sequência aparece — seja ao abrir o livro na página 67, ao acontecerem exercícios numerados 6 e 7 ou até quando o relógio marca 6h07 (Brasília UTC-3) — alunos começam a rir, gritar e mover as mãos de maneira alternada, simulando uma gangorra.
Professores relatam que qualquer referência a esses algarismos costuma provocar uma reação em cadeia difícil de controlar. A brincadeira ganhou uma música que funciona como trilha sonora dos gestos, com versos como “Professora, que conta é essa? 20 + 20 + 20 + 7, é muito fácil, professor, é six seven!”, que os alunos repetem em sala.
Origem e disseminação
Segundo levantamento sobre a origem do meme, múltiplos elementos se combinaram para criar a “viralização”. Entre eles está a faixa de drill “Doot Doot”, do rapper Skrilla, na qual o refrão enfatiza “six seven”. Outra peça da origem é a altura do jogador de basquete LaMelo Ball, listada como 6 pés e 7 polegadas (1,98 m), e ainda um vídeo de um garoto americano que olha para a câmera, faz um gesto com as mãos e grita “six-seven!”, tornando-se a imagem mais reconhecida do meme.
O fenômeno é enquadrado por especialistas em cultura digital como um exemplo de “brain rot” — conteúdo repetitivo, superficial e viciante, sem significado profundo, que se espalha por meio de memes e vídeos curtos.
Com a participação de J-Hope na trend, a versão em português da canção alcançou audiências fora do Brasil e reforçou a presença do meme nas redes sociais internacionais.
Com informações de G1




