Na última etapa do Grand Slam de Astana, no Cazaquistão, o Brasil encerrou a participação com sete medalhas. No domingo, 10 de maio de 2026, Guilherme Schimidt foi prata na categoria -90kg, enquanto Beatriz Freitas (-78kg) e Leonardo Gonçalves (-100kg) ficaram com o bronze.
A primeira colocação do dia entre os brasileiros veio com Guilherme Schimidt. Após vencer três combates, o judoca alcançou sua primeira final internacional desde a mudança da categoria -81kg para a -90kg. Na decisão, Schimidt enfrentou o sérvio Boris Rutovic e terminou com a medalha de prata ao ser superado por yuko, sem conseguir reverter o placar.
No peso -78kg feminino, Beatriz Freitas garantiu um dos bronzes da seleção. Na disputa pelo terceiro lugar, ela marcou dois waza-ari contra a canadense Coralie Godbout, repetindo a mesma colocação obtida na edição de 2025 do torneio. Esse pódio representou o quinto do país na campanha brasileira em Astana.
Fechando a participação nacional no evento, Leonardo Gonçalves assegurou o sétimo pódio do Brasil ao conquistar o bronze no -100kg masculino. Na luta pelo terceiro lugar, ele venceu o holandês Simeon Catharina com um yuko no golden score, confirmando o total de sete medalhas para a delegação brasileira no Grand Slam.
Com os resultados, a equipe brasileira encerra a etapa do Cazaquistão com sete colocações no pódio, distribuídas entre pratas e bronzes nas diferentes categorias disputadas ao longo da programação.
O próximo compromisso da Seleção Brasileira de judô está marcado para o Open Europeu de Benidorm, na Espanha, na semana seguinte. Após a competição, a equipe permanecerá em Benidorm para realizar um treinamento de campo.
Com informações de Agência Brasil




