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quinta-feira, novembro 5, 2026

Grupo I da Copa reúne França, Noruega, Senegal e Iraque em chave equilibrada

Transmissão: Record

O Grupo I da Copa do Mundo promete confrontos competitivos ao juntar França, Noruega, Senegal e Iraque. Cabeça de chave da chave, a França chega com a estrela Kylian Mbappé e surge como uma das principais candidatas ao título da competição.

Quem dirige a equipe francesa é o técnico Didier Deschamps, no comando há 14 anos, e com histórico de campeão mundial tanto como jogador — citado na ficha como campeão na África do Sul em 1998 — quanto como treinador, com o título apontado em 2018 na Rússia. O elenco francês apresenta nomes de destaque no ataque além de Mbappé, com Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos apontados como jogadores do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).

A Noruega chega embalada após liderar o Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo grupo em que estava a Itália, que acabou fora do Mundial. Os noruegueses, apelidados de Leões, registraram oito vitórias em oito partidas nas eliminatórias e voltam ao torneio após 28 anos de ausência. Entre os destaques ofensivos estão Erling Haaland (Manchester City), Martin Ødegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (Manchester City). O time é comandado pelo ex-jogador Ståle Solbakken, que busca superar as oitavas de final — melhor marca dos noruegueses nas campanhas de 1938 e 1998.

O Senegal aparece como um concorrente forte ao avançar novamente para a fase final. Os Leões de Teranga conquistaram a Copa Africana das Nações em janeiro, vencendo o Marrocos por 1 a 0 em uma final que teve desdobramentos e recurso posterior da Federação Marroquina. Desde o fim de 2024 o time é treinado pelo ex-atacante Pape Thiaw. Nas eliminatórias africanas, o Senegal não perdeu nenhuma partida e sofreu apenas três gols. O capitão e camisa 10 é Sadio Mané, de 34 anos, que atua no Al-Nassr; Mané chegou a ser cortado dias antes da Copa do Mundo no Catar por conta de lesão enquanto defendia o Bayern de Munique.

Completa o grupo o Iraque, que garantiu a última (48ª) vaga do torneio ao vencer a Bolívia por 2 a 1 na repescagem intercontinental. Será a segunda participação iraquiana em Copas do Mundo — a primeira foi em 1986. A preparação da seleção iraquiana foi afetada por ataques e bombardeios relacionados ao conflito entre Estados Unidos e Irã, com o país também sofrendo ataques israelenses, o que trouxe dificuldades de deslocamento e fechamentos de espaço aéreo. A equipe é dirigida há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham, e teve como herói da classificação o centroavante Aymen Hussein, autor do gol da vitória contra a Bolívia.

A chave reúne seleções com estilos e trajetórias distintas, o que aponta para um Grupo I equilibrado e de alto nível técnico ao longo da fase de grupos da competição.

Com informações de Agência Brasil

Evaldo Ribeiro
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Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo portal Reporter Marechal, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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