O Google abriu em 21 de setembro de 2026 a pré-venda do Googlebook, uma família de notebooks premium equipada com a plataforma de inteligência artificial Gemini e direcionada a usuários do Android. A companhia também enfrenta uma investigação sobre o uso de notícias por inteligência artificial, conforme indicado na página de divulgação.
Os modelos serão fabricados por fabricantes parceiros — Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo — e chegam ao mercado com preço inicial de US$ 899, o equivalente a R$ 4.584,9. Segundo o Google, as máquinas terão opções de processadores Intel ou Qualcomm e bateria com autonomia de até 14 horas.
O lançamento representa a entrada do Google no segmento de notebooks mais sofisticados, numa época de acirrada competição no mercado. A Apple, por exemplo, ampliou sua oferta com o MacBook Neo, vendido a partir de US$ 699 (R$ 3.564,9). Há anos, fabricantes de Chromebooks disputam a fatia de consumidores que buscam aparelhos mais simples e econômicos, especialmente estudantes.
Com o Googlebook, a empresa pretende misturar hardware mais robusto, integração mais estreita com o Android e ferramentas baseadas em IA. Entre os recursos anunciados da inteligência artificial Gemini estão facilidades para escrever e organizar textos, a capacidade de responder perguntas a partir do conteúdo exibido na tela e a opção de retomar tarefas iniciadas em um celular Android diretamente no notebook.
O Googlebook sucede tentativas anteriores da empresa de consolidar um produto de destaque rodando ChromeOS: o Pixelbook foi lançado em 2017 e o Pixelbook Go, em 2019. A nova linha busca posicionar o Google de forma mais competitiva frente a rivais que atuam tanto no segmento premium quanto no mercado de entrada.
As vendas e a disponibilidade por país ou modelo detalhado não foram especificadas além da abertura da pré-venda e do preço inicial divulgado pela empresa. A companhia também não publicou informações adicionais sobre configurações específicas de memória, tela ou opções de armazenamento no comunicado divulgado durante a pré-venda.
Com informações de G1




