O Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) informou que um eventual Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) em 2027 só será realizado se o projeto de lei orçamentária anual (PLOA) e o espaço fiscal para novas contratações forem aprovados pelo Congresso Nacional. Em nota, a pasta estimou que o certame poderia ofertar entre 2 mil e 3 mil vagas, caso haja autorização orçamentária.
O ministério explicou que a decisão sobre a realização do CPNU considera tanto concursos já autorizados quanto outros que possam ser definidos dependendo do PLOA. Segundo a pasta, a soma dessas autorizações justificaria a realização do processo unificado, com um contingente de duas a três mil vagas.
Ainda segundo o MGI, a intenção do governo é consolidar o CPNU como uma política pública voltada à renovação, modernização e democratização do acesso ao serviço público federal. A proposta do Executivo prevê transformar o modelo em um processo permanente de seleção, com edições em ciclos regulares — idealmente a cada dois anos — para permitir planejamento e recomposição gradual dos quadros.
O ministério ressaltou também que o modelo do concurso despertou interesse de estados e municípios, abrindo a possibilidade de aproveitar a experiência acumulada pelo governo federal na realização de seleções em larga escala e firmar parcerias com entes federados para a realização das provas.
No início desta semana, o MGI já havia informado ao G1 que a concretização do certame dependeria da aprovação do orçamento de 2027. A pasta reafirmou que a realização do CPNU estará condicionada tanto à aprovação do PLOA quanto à disponibilidade de espaço fiscal aprovada pelo Congresso Nacional.
O desfecho sobre a oferta de vagas e a realização das provas ficará sujeito à tramitação do projeto orçamentário e às decisões dos parlamentares sobre a abertura de novas vagas no serviço público.
Com informações de G1




