Santander informou que casos do chamado “golpe do falso advogado” aumentaram mais de 500% no país. A instituição chama atenção para o perfil das vítimas e para a estratégia adotada pelos criminosos, que têm intensificado o uso de técnicas de engenharia social para obter dados e recursos das pessoas afetadas.
Como funciona o golpe
Segundo o levantamento citado pelo banco, golpistas se fazem passar por advogados ou representantes de órgãos judiciais para convencer as vítimas a transferirem dinheiro, forneçam dados pessoais ou realizem pagamentos sob argumento de processos, taxas ou acordos legais. As abordagens ocorrem por telefone, mensagens e, em alguns casos, por contato digital que simula documentos oficiais.
Perfil e distribuição das vítimas
O Santander destacou que 85% das vítimas têm mais de 40 anos. A concentração geográfica também é apontada como relevante: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais reúnem 70% dos registros do golpe no Brasil. Essas informações evidenciam um padrão demográfico e regional dos alvos dos criminosos.
Advertência e medidas preventivas
Com base nos dados, o banco orienta cautela diante de solicitações não verificadas que aleguem tratar-se de processos judiciais ou acordos. A recomendação inclui checar a veracidade de contatos que dizem representar advogados ou órgãos públicos antes de fornecer informações pessoais ou realizar transferências financeiras.
O alerta do Santander busca alertar especialmente pessoas acima dos 40 anos sobre a crescente adoção de técnicas de engenharia social pelos golpistas, que exploram confiança e desconhecimento jurídico para aplicar fraudes.
Com informações de Udiempauta




