Crédito pode ser útil ou gerar problemas; escolha depende de juros e garantias
Bancos e instituições financeiras oferecem diferentes modalidades de crédito que se diferenciam principalmente pelas taxas de juros e pelas garantias exigidas. Antes de liberar um empréstimo, as instituições avaliam a renda do tomador, o histórico de pagamentos e eventuais bens que possam ser usados como garantia em caso de inadimplência.
Entre as opções mais onerosas estão o cheque especial e o cartão de crédito, modalidades que especialistas recomendam reservar apenas para emergências de curta duração, por causa dos custos elevados. Empréstimos pessoais e consignados costumam ter taxas menores, já que, no caso do consignado, o pagamento é descontado diretamente da folha ou benefício.
O financiamento imobiliário é considerado o mais seguro do ponto de vista das instituições financeiras, porque o próprio imóvel funciona como garantia do contrato. Essa garantia reduz o risco para o credor e influencia as condições oferecidas ao consumidor.
Especialistas alertam que o crédito pode ser um instrumento útil para organizar a vida financeira, desde que usado de forma planejada. Eles recomendam evitar contrair dívidas de longo prazo para cobrir despesas passageiras, porque o gasto ligado ao consumo termina, mas as parcelas permanecem até o fim do contrato.
Na avaliação sobre qual modalidade escolher, devem ser considerados o custo total do empréstimo, o prazo de pagamento, a existência de garantia e a capacidade de pagamento do tomador. A análise prévia de orçamento e alternativas de financiamento ajuda a prevenir o comprometimento excessivo da renda.
O conteúdo faz parte da série g1 Explica, que semanalmente traz explicações sobre economia, mercado financeiro e educação financeira para mostrar como esses temas impactam o bolso do consumidor.
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Com informações de G1




