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Taxa de desemprego chega a 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro
A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa alta frente ao trimestre anterior, encerrado em novembro de 2025, quando a taxa era de 5,2%, e queda de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, quando a taxa foi de 6,8%.
No trimestre analisado, 6,2 milhões de pessoas procuraram trabalho sem sucesso, número 600 mil maior do que no trimestre encerrado em janeiro. Apesar da elevação contra o trimestre imediatamente anterior, o índice de 5,8% é o menor registrado para um trimestre com término em fevereiro desde o início da série histórica, em 2012.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos atingiu novo patamar recorde, de R$ 3.679, com aumento de 2,0% em relação ao trimestre anterior e de 5,2% na comparação anual.
Destaques da pesquisa:
Taxa de desocupação: 5,8%
Taxa de subutilização: 14,1%
População desocupada: 6,2 milhões
População ocupada: 102,1 milhões
População fora da força de trabalho: 66,6 milhões
População desalentada: 2,7 milhões
Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
Trabalhadores por conta própria: 26,1 milhões
Trabalhadores informais: 38,3 milhões
O IBGE informou que a população ocupada totalizou 102,1 milhões de pessoas, queda de 0,8% em relação ao trimestre anterior, equivalente a 874 mil pessoas a menos no mercado de trabalho. Com isso, o nível de ocupação — parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,4%, recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (59,0%) e 0,4 ponto percentual acima do registrado um ano antes.
A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somou 4,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, cifra praticamente estável. Para comparação, no trimestre encerrado em janeiro esse contingente foi de 4,5 milhões, mantendo estabilidade tanto ante o trimestre anterior quanto na comparação anual.
A população fora da força de trabalho atingiu 66,6 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% no trimestre, com acréscimo de 608 mil pessoas, e alta de 1,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, equivalente a 942 mil pessoas a mais.
Esses são os dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira sobre o mercado de trabalho no país.
Com informações de G1




