Resultado da primeira chamada do Prouni 2026/2 é divulgado
O Ministério da Educação divulgou em 15 de julho de 2026 o listão da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) referente ao segundo semestre de 2026. Os candidatos pré-selecionados podem consultar a relação no site do programa: acessounico.mec.gov.br/prouni.
Ao todo, a edição oferece 471.304 bolsas: 219.725 integrais (100%) e 251.579 parciais (50%). Do total, 35.365 vagas são reservadas para pessoas com deficiência; 188.880 para pretos, pardos e indígenas; e 247.059 classificadas para ampla concorrência.
Entre os cursos com mais vagas estão Análise de Desenvolvimento de Sistemas (31.221 bolsas), Administração (30.893) e Ciências Contábeis (27.029). Medicina, um dos cursos mais concorridos, conta com 1.013 bolsas pelo programa. Por unidade federativa, São Paulo concentra o maior número de oportunidades, com 91.699 vagas, seguido por Minas Gerais (59.297), Bahia (34.155), Rio Grande do Sul (31.101) e Paraná (29.397).
Podiam se inscrever os candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2024 ou 2025 e obtiveram média mínima de 450 pontos nas áreas de conhecimento, além de nota superior a zero na redação.
O status de pré-selecionado não garante a vaga automaticamente. Os convocados devem apresentar documentação comprobatória — como comprovação de renda familiar per capita e comprovação de escolaridade em rede pública, quando for o caso — junto às instituições de ensino no período estabelecido para verificação.
Calendário principal da seleção: inscrições de 7 a 12 de julho; resultado da 1ª chamada em 15 de julho; prazo para comprovação das informações pelos pré-selecionados de 15 a 24 de julho; resultado da 2ª chamada em 5 de agosto. A manifestação de interesse na lista de espera ocorrerá nos dias 26 e 27 de agosto, com consulta ao resultado em 1º de setembro; a comprovação de informações dos pré-selecionados na lista de espera vai de 1º a 14 de setembro.
Requisitos adicionais para inscrição incluem ter concluído o ensino médio em escola pública, em escola privada como bolsista integral, em regime misto com bolsas integrais ou parciais, ser pessoa com deficiência nas condições previstas em lei, ou ser professor da rede pública para cursos de licenciatura e pedagogia.
Quanto à renda, quem concorre à bolsa integral deve ter renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo (R$ 2.431,50 por pessoa). Para bolsas parciais, o limite é de até 3 salários mínimos (R$ 4.863 por pessoa). O cálculo é feito somando-se os rendimentos de todos que moram na mesma residência e dividindo-se pelo número de integrantes. Por exemplo: rendas de R$ 2.300 e R$ 1.700 somam R$ 4.000; dividido por quatro pessoas resulta em R$ 1.000 por pessoa, enquadrando o candidato para concorrer à bolsa integral.
Os inscritos que não forem contemplados na primeira chamada ainda podem disputar a segunda chamada, cuja lista sai em 5 de agosto, ou manifestar interesse na lista de espera nas datas indicadas pelo programa.
Com informações de G1




