Estudo relaciona perimenopausa a piora de indicadores cardiovasculares
Um estudo citado por especialistas indicou que mudanças nos indicadores cardiovasculares podem ocorrer ainda na perimenopausa, fase que antecede a menopausa. Segundo a pesquisa, sinais como elevação do colesterol, alteração nos níveis de glicemia e aumento da pressão arterial tendem a se agravar nesse momento da vida reprodutiva feminina.
Os especialistas ouvidos ressaltam que a perimenopausa representa um período de transição em que flutuações hormonais podem impactar o metabolismo e a saúde vascular. Por isso, profissionais de saúde reforçam a necessidade de acompanhamento clínico focado em medidas de risco cardiovascular.
O que monitorar: os profissionais apontam colesterol, glicemia e pressão arterial como parâmetros-chave que devem ser verificados com regularidade. A detecção precoce de alterações nesses exames permite intervenções médicas e mudanças de estilo de vida destinadas a reduzir o risco de complicações futuras.
Como acompanhar: o alerta inclui a realização periódica de exames de sangue e aferição da pressão arterial, além de consultas de rotina com médicos capazes de avaliar o conjunto de fatores de risco. A recomendação é manter histórico clínico atualizado e discutir com o profissional a frequência adequada das avaliações.
Por que é importante: a identificação de alterações cardiovasculares na perimenopausa possibilita ações preventivas antes que o risco evolua para problemas mais graves. O acompanhamento precoce facilita o controle de fatores como colesterol elevado, glicemia alterada e hipertensão, contribuindo para a redução do risco cardiovascular ao longo do tempo.
O estudo e os alertas dos especialistas reforçam que a atenção à saúde cardiovascular não deve esperar pela chegada da menopausa: a vigilância e o controle de fatores de risco na perimenopausa são medidas centrais para prevenção.
Com informações de Alouberlandia




