Dólar recua no início do pregão enquanto petróleo sobe e investidores aguardam ata do Fed
Na abertura do pregão desta quarta-feira (19), o dólar começou o dia em queda, com recuo de 0,24% por volta das 9h, cotado a R$ 5,2081. As negociações do principal indicador da bolsa paulista, o Ibovespa, têm início às 10h.
Perto das 8h45 (Brasília UTC-3), o mercado de petróleo pressionava as moedas globais após novas informações sobre a escalada das tensões no Oriente Médio. O barril do Brent, referência internacional, subia 0,68%, a US$ 91,64, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 0,80%, a US$ 85,62.
No front político e econômico, a atenção dos investidores brasileiros permanece voltada à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1 no Senado. Parte dos investidores entende que o avanço da proposta pode beneficiar a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ampliar apreensões sobre o patamar de gastos públicos em um eventual novo mandato.
Também no radar do mercado internacional está a publicação da ata do Federal Reserve (Fed), prevista para trazer detalhes sobre a avaliação interna da economia dos Estados Unidos e possíveis indicações sobre a trajetória futura das taxas de juros no país.
Indicadores de desempenho:
Dólar — Acumulado da semana: +0,04%; Acumulado do mês: +3,00%; Acumulado do ano: -4,87%.
Ibovespa — Acumulado da semana: -0,36%; Acumulado do mês: -6,55%; Acumulado do ano: +3,79%.
No cenário internacional, as bolsas asiáticas registraram movimentos variados: o CSI 300, que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, caiu 2,9%; o índice de Xangai (SSEC) recuou 2,4%; o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,09%; o Nikkei, do Japão, desvalorizou 3,16%; e o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 5,80%. As informações sobre a Ásia foram compiladas com apoio da agência Reuters.
O mercado segue atento aos desdobramentos das tensões geopolíticas e aos sinais que virão da ata do Fed, fatores que podem influenciar o dólar, o petróleo e os ativos de risco nos próximos dias.
Com informações de G1




