A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, que a bandeira tarifária vigente em setembro será a amarela. A medida significa a cobrança de uma tarifa adicional sobre o consumo de energia elétrica, estabelecida em R$ 18,85 por megawatt-hora (MWh) usado, o que equivale a R$ 1,88 a cada 100 kWh.
Como funciona a sinalização das bandeiras
O sistema de bandeiras tarifárias da Aneel foi criado para refletir os custos reais da geração de eletricidade e repassar ao consumidor variações provocadas por mudanças na disponibilidade das usinas. Em períodos de pouca chuva, por exemplo, a redução de geração das hidrelétricas pode levar ao acionamento de termelétricas, cuja operação é mais cara, motivando a aplicação das bandeiras com cobrança adicional.
As tarifas extras vinculadas a cada cor são as seguintes:
Bandeira verde: condições favoráveis de geração — sem custo adicional.
Bandeira amarela: condições menos favoráveis — R$ 18,85 por MWh (ou R$ 1,88 a cada 100 kWh).
Bandeira vermelha patamar 1: condições desfavoráveis — R$ 44,63 por MWh (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh).
Bandeira vermelha patamar 2: condições muito desfavoráveis — R$ 78,77 por MWh (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).
A Aneel reforça a recomendação para o uso consciente da energia elétrica, ressaltando que pequenas alterações nos hábitos de consumo podem reduzir a conta de luz. A decisão sobre a bandeira vale para todas as unidades consumidoras no Brasil e será refletida nas faturas emitidas ao longo de setembro.
Com informações de G1




