O ranking da QS Quacquarelli Symonds colocou 13 universidades brasileiras entre as 50 melhores da América Latina. A classificação considera indicadores como qualidade da pesquisa, reputação acadêmica, corpo docente, relação professor-aluno e presença internacional.
Quem e o que: A Universidade de São Paulo (USP) manteve a 2ª posição no ranking regional, ficando atrás apenas da Pontificia Universidad Católica de Chile. A Unicamp aparece em 3º lugar e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ocupa a 5ª posição.
Top 10 das melhores universidades da América Latina
1º — Pontificia Universidad Católica de Chile (Chile)
2º — Universidade de São Paulo (USP) (Brasil)
3º — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (Brasil)
4º — Tecnológico de Monterrey (México)
5º — Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (Brasil)
6º — Universidade Estadual Paulista (UNESP) (Brasil)
7º — Universidad de Chile (Chile)
8º — Universidad de los Andes (Colômbia)
9º — Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) (México)
10º — Universidad de Buenos Aires (UBA) (Argentina)
As 13 universidades brasileiras no top 50
USP — 2ª (anterior: 2ª)
Unicamp — 3ª (anterior: 3ª)
UFRJ — 5ª (anterior: 5ª)
Unesp — 6ª (anterior: 6ª)
PUC-Rio — 13ª (anterior: 13ª)
UFMG — 15ª (anterior: 14ª)
UFRGS — 19ª (anterior: 16ª)
UnB — 28ª (anterior: 26ª)
Unifesp — 31ª (anterior: 28ª)
UFSC — 36ª (anterior: 30ª)
UFSCar — 36ª (anterior: 30ª)
UFPR — 37ª (anterior: 32ª)
UFPE — 50ª (anterior: 52ª)
O levantamento destaca que, entre as 98 instituições brasileiras avaliadas pela QS, 23 subiram de posição em relação à edição anterior, 24 caíram, 47 permaneceram estáveis e quatro entraram no ranking pela primeira vez, fazendo do Brasil o país latino-americano com maior número de universidades na lista.
Produção científica e outros indicadores
A QS registra que nove das dez instituições que mais produzem pesquisas na América Latina são brasileiras, com USP, Unicamp e Unesp liderando esse indicador. Também aparecem nove das dez universidades com maior proporção de professores com doutorado no continente.
Por outro lado, a quantidade de pesquisas não equivale necessariamente a maior impacto em todas as áreas. No critério citações por professor, apenas uma universidade brasileira figura entre as dez primeiras da região; a Universidade Potiguar aparece em 6ª posição nesse indicador.
O ranking da QS combina diferentes aspectos para formar a classificação final, entre eles reputação acadêmica, produção científica, relação professor-aluno, presença internacional e atuação online. A USP obteve pontuação máxima no indicador de reputação acadêmica (100 pontos) e registrou 43,2 pontos em relação professor-aluno.
Os resultados mostram variações por indicador e explicam por que a posição geral de cada instituição reflete um conjunto de fatores avaliados pela QS.
Com informações de Paranaibamais




