A Casa Thomas Jefferson enfatiza que a qualificação contínua de professores é fundamental para garantir o aprendizado de novos idiomas, atendendo às diferentes idades e perfis de alunos por quase seis décadas. A instituição afirma que professores bem preparados mantêm o interesse dos estudantes e promovem avanço consistente nas aulas.
Quem coordena esse trabalho é a própria escola, que investe em treinamento docente com metodologias variadas. Segundo a Casa Thomas Jefferson, esse investimento permite atender diariamente crianças, adolescentes e adultos, além de oferecer cursos preparatórios para certificações internacionais em língua inglesa.
A experiência acumulada ao longo dos anos teria resultado em reconhecimento internacional pela qualidade do desenvolvimento e capacitação de professores. A escola aponta ainda a capacidade de adaptar abordagens pedagógicas às transformações do mercado e às demandas dos alunos como diferencial.
Entre as práticas adotadas, a Casa Thomas Jefferson cita o Thomas Maker, iniciativa que privilegia o aprendizado colaborativo, a criatividade e a experimentação, resgatando a lógica do “aprender fazendo”. A instituição informa que, durante a pandemia, atividades no formato maker foram usadas para manter o engajamento dos estudantes em casa, combinando entretenimento e aprendizagem.
Outra metodologia destacada é a PBL – Aprendizagem Baseada em Projetos. A escola observa que essa abordagem, amplamente empregada em países desenvolvidos, trata a educação como instrumento para formar indivíduos mais humanos, sustentáveis e compassivos. Na visão da instituição, o PBL coloca o aluno no centro do processo, permitindo o desenvolvimento de competências além do ensino da língua inglesa.
Conforme a Casa Thomas Jefferson, o emprego da PBL favorece a aquisição de habilidades estruturantes, como planejar e executar projetos, trabalhar em equipe, dar e receber feedback, pesquisar e aplicar criatividade e autenticidade na elaboração de um produto final concreto e de uso cotidiano.
A instituição ressalta a necessidade de acompanhar mudanças nas formas de interação e na relação ensino-aprendizagem, mantendo como objetivo um aprendizado amplo, consistente e duradouro.
* Vanessa Firmino
Gerente da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia
Com informações de Uberlandianofoco




