Quem: bares, restaurantes, supermercados, lojas de conveniência, varejo físico e estabelecimentos comerciais.
O que: a Copa do Mundo gera oportunidades comerciais por alterar hábitos de consumo dos brasileiros, com aumento de vendas em alguns setores e queda de fluxo em outros.
Quando: durante os dias de jogo, especialmente nas duas horas que antecedem as partidas.
Onde: em espaços coletivos como bares e restaurantes, e também em domicílios, impulsionando supermercados e lojas de conveniência.
Como: por meio de transmissões dos jogos, ofertas promocionais, combinações de produtos e ações nas redes sociais.
Por quê: assistir aos jogos é frequentemente uma atividade coletiva no Brasil, o que estimula consumo em encontros e antes do início das partidas.
Levantamento da Data-Makers indica que bares e restaurantes podem registrar alta de até 76% no faturamento durante o torneio. Para aproveitar esse movimento, o principal objetivo desses estabelecimentos é transformar a transmissão em atração: instalar telões, investir em som de qualidade e criar uma ambientação que incentive o cliente a permanecer no local.
Entre as ações citadas estão a criação de combos promocionais para os dias de jogo, desenvolvimento de cardápios temáticos inspirados nas seleções e oferta de entregas e pedidos antecipados antes do apito inicial. A estratégia busca atrair consumidores antes da partida para elevar o ticket médio ao longo do evento.
Quem opta por assistir em casa também movimenta o mercado. Supermercados e lojas de conveniência costumam vender mais alimentos, petiscos e bebidas; os chamados “kits torcida” contribuem para o aumento do ticket médio. A demanda também beneficia vendas de televisores, smartphones, móveis e artigos ligados ao evento, como camisetas e bandeiras.
Dados da Data-Makers mostram que o ticket médio pode crescer até 69,2% nas duas horas anteriores às partidas, enquanto o consumo tende a cair após o início dos jogos, com redução que pode chegar a 61,3%. Por isso, empresas que estimulam compras e reservas antecipadas costumam obter melhores resultados.
As redes sociais passam a ser canal essencial: cerca de 86% dos brasileiros usam plataformas enquanto assistem aos jogos, segundo a Data-Makers. Instagram, TikTok e X servem para divulgar ofertas, publicar promoções relâmpago e gerar engajamento em tempo real.
Por fim, empresas que desejam aproveitar o clima do evento devem tomar cuidado com o uso de símbolos oficiais: logotipos e elementos protegidos pela Fifa não podem ser usados sem autorização. A recomendação é recorrer a referências indiretas, como cores, temática de torcida e expressões populares.
As partidas terão transmissão pela Band, o que também influencia a visibilidade dos horários e a atenção do público.
Com informações de G1




