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quarta-feira, outubro 21, 2026

Adaptação de The Mortuary Assistant é considerada fracasso por direção e roteiro

Uma nova adaptação do jogo The Mortuary Assistant foi recebida com críticas negativas por falhas na direção e no roteiro, segundo avaliação publicada. A produção traz Rebecca Owens como protagonista e se passa na Funerária River Fields, onde a personagem aceita um trabalho noturno que rapidamente toma um rumo sombrio.

TRANSMISSÃO: assistir uma gameplay do jogo (YouTube)

No enredo, Rebecca Owens, recém-formada em ciências mortuárias, inicia o turno noturno realizando embalsamamentos, preenchendo documentação e mantendo a funerária. As ações rotineiras do trabalho servem de base para o desenvolvimento de uma narrativa de terror que, conforme a crítica, não se sustenta devido a escolhas de direção e à adaptação das mecânicas do jogo.

O filme foi dirigido por Jeremiah Kipp, cineasta com mais de 60 créditos de direção e conhecido por comandar obras de baixo orçamento, incluindo um terror estrelado pela brasileira Nana Gouvêa. Apesar de ser apontado como o projeto mais ambicioso de sua carreira, Kipp recebeu críticas por uma direção que, segundo a avaliação, expõe demais os elementos de horror em vez de construir tensão gradativa, remetendo a produções de vídeo caseiro dos anos 2000.

A análise também destaca problemas no roteiro, que teria tentado incorporar demasiadas mecânicas e elementos de mitologia do jogo em um filme de cerca de 90 minutos. O ritmo foi descrito como acelerado e repetitivo, e a adaptação deixaria lacunas na história original — em especial relacionadas à ampliação do papel do ator Paul Sparks.

Entre os pontos positivos apontados pela crítica estão os efeitos práticos e a maquiagem em cenas iniciais, além de detalhes do embalsamamento que podem ser reconhecidos por quem conhece o jogo. A ambientação e a caracterização receberam menções por tentarem conferir autenticidade à adaptação, mas, segundo a avaliação, esses acertos são ofuscados pelas decisões problemáticas de direção e estrutura narrativa.

A crítica conclui que, embora a obra não precisasse reinventar o gênero, o resultado final torna a experiência de terror monótona, e que pode haver mais aproveitamento ao assistir uma gameplay do jogo no YouTube do que ao assistir ao filme.

Com informações de Uberlandianofoco

Evaldo Ribeiro
Evaldo Ribeirohttp://reportermarechal.com.br
Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo portal Reporter Marechal, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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