O Festival de Filmes de Ciência (SFF) começa sua oitava edição nesta quinta-feira (1º) com uma programação pensada para estimular o interesse de crianças e jovens pela ciência por meio do audiovisual.
Até 20 de dezembro, o festival apresenta no Brasil 45 produções originárias de 17 países, que serão exibidas em espaços culturais e educativos distribuídos por diferentes regiões do país. Instituições como escolas e cineclubes interessadas em promover sessões podem obter informações no perfil oficial do festival no Instagram, @sff_br.
Além das exibições presenciais, parte da mostra estará disponível para acesso online na plataforma do evento. Para liberar a exibição digital é necessário preencher um formulário, que pode ser encontrado no link na biografia do perfil oficial do festival.
A curadoria do SFF organizou títulos para faixas etárias distintas, abordando temas relacionados ao meio ambiente, à ciência e à tecnologia. A seleção contempla discussões sobre sustentabilidade, ativismo, conhecimento científico, equidade e cidadania, com conteúdos adequados a diferentes idades.
Entre os destaques da edição estão sessões especiais dedicadas à inteligência artificial, com filmes que examinam os efeitos da tecnologia no ambiente escolar, nas questões ambientais, nas relações humanas e na comunicação. O festival também reserva mostras específicas para iniciativas intituladas “Meninas e Mulheres na Ciência” e “Ciência para Crianças”.
A programação do evento inclui ainda debates realizados de forma remota, oficinas voltadas ao público infantil e atividades voltadas à formação de professores, buscando integrar exibição e formação educativa.
Considerado o maior festival de cinema dedicado à ciência, o SFF é organizado pelo Goethe-Institut e realiza exibições em 22 países da Ásia, do Oriente Médio, da África e da América Latina. No Brasil, o festival acontece desde 2019 em correalização com o Midiativa – Centro Brasileiro de Mídia para Crianças e Adolescentes e com a SP Cine, empresa pública de fomento ao cinema vinculada à Prefeitura de São Paulo.
O evento mantém a proposta de usar o cinema como ferramenta de aproximação entre a ciência e o público jovem, ampliando o acesso a discussões sobre tecnologia, meio ambiente e cidadania.
Com informações de Uberlandianofoco




